domingo, 1 de agosto de 2010

Interrogações

Eterna constante
Confusão e indecisão
Sem rumo sem prumo
Sem ter, sem te conhecer

Preciso de um dia de sol
No sentido figurado
Pra buscar o sentido
Sentido do que mesmo?

Não tenho certezas
Antes eu tinha,
Achava que tinha
Mas hoje não sei
Se eram tão certas assim.

Não sei em qual esquina parar
Não sei qual pôr-do-sol ver
A confusão talvez  faça bem.
Da confusão talvez eu me encontre

Um comentário:

Andrea disse...

Mais você é confuso constantemente hein! dsdsahsaduhdsa
Belo poema! :D
Grande beijo! :*